| Transportes: proibição de moto-táxi. |
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Proibir que os municípios do Estado de São Paulo implantem serviços de moto-táxi, com faculta a lei nº 12.009 de 29/julho/2009 que alterou a lei nº 9.503 de 23/09/1997. É importante ressalvar que as leis da física, e a prática, nos mostram que moto é um veículo com riscos de acidentes muito acima do que qualquer outro tipo de transporte. A moto, além de ter a incrível capacidade de poder causar acidente grave ao seu condutor sem a participação de mais ninguém, numa via plana e vazia, pois basta o mesmo perder o equilíbrio, ainda tem uma grande diferença em relação aos demais veículos com cabine: no caso de uma batida, seus ocupantes são projetados ao chão, diretamente, ou após se chocarem com o outro veículo. A insegurança é uma das características das motos, a tal ponto que nem dá para usar cinto de segurança. E o capacete tem os seus limites, pois não dá proteção total à cabeça e nada ao resto do corpo, quando o motociclista é lançado ao chão com força. E, se quem conduz a moto já está em risco permanente – mais ainda quando anda entre os carros – o garupa, por não ter a mesma firmeza que o condutor, é quem mais se machuca nos acidentes.
Imaginemos então o quanto de acidentes fatais podem ocorrer com garupas andando em motos-táxi! - “... O... moto-táxi, é mais uma atividade profissional com a cara do povo brasileiro”. Sim, mas é a cara do jeitinho, da improvisação, da imprudência, coisas que países mais desenvolvidos não aprovam e não fazem. - “O moto-táxi já está inserido em muitas cidades...”. Sim, e daí? No caso das cidades do interior paulista, basta desinseri-lo, pois é o poder público e as leis que devem reger os procedimentos da população, e não o contrário. Mesmo porque os assaltos, furtos de carros e outros delitos também estão “inseridos” em todas as cidades brasileiras e nem por isso deixam de ser ilegais.
- “A atividade de moto-táxi é geradora de empregos...”. Essa justificativa é a pior de todas, porque é completamente idiota ao considerar que qualquer atividade gera emprego válido. E não é isso, é óbvio. Tanto que camelôs vendendo contrabando e produtos piratas, apontadores de jogo do bicho, cambistas de ingressos, flanelinhas e outros tipos de atividades ilícitas, também têm na “geração de emprego” a desculpa para continuarem a praticar suas infrações e crimes.
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| Última atualização em Sex, 27 de Agosto de 2010 16:53 |










